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Lançado programa para melhoria da segurança alimentar e nutricional em Moçambique

sanbio-pernaApresentado hoje (05/04), na Universidade Eduardo Mondlane, o programa "SANBio FemBioBiz", na sua segunda edição, é uma iniciativa realizada em vários países da África Austral com o apoio financeiro e técnico do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Finlândia, com o objectivo de desenvolver habilidades de liderança, tecnológicas e de negócios; promover a pesquisa, desenvolvimento e inovação em empresas emergentes nas áreas de biotecnologia e biociências dirigidas por mulheres.
A iniciativa visa, de igual modo, despertar o interesse de Pequenas e Médias Empresas (PMEs) na área de Biotecnologia, bem como, alavancar novas soluções na área de saúde e nutrição humana e animal; aumentar a empregabilidade de mulheres moçambicanas através do empreendedorismo permitindo a interacção e a partilha de experiências entre as mulheres empreendedoras na área de biotecnologia e biociência provenientes das diversas empresas nacionais e estrangeiras.
Em Moçambique, o programa é implementado pelo Centro Nacional de Biotecnologia e Biociências, instituição sob tutela do Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional (MCTESTP), em parceria com a Moz Innovation Lab, um programa de aceleração de empresas com foco em agronegócio e biotecnologia.
sanbio-mboDiscursando na ocasião, o Secretário Permanente do MCTESTP, Dr. Celso Laíce, explicou que a Biotecnologia e as Biociências constituem uma plataforma tecnológica que impulsiona o desenvolvimento socioeconómico em vários países e, em particular de países de economias emergentes como Moçambique, traduzindo-se, por exemplo, no aumento da produção, da produtividade e diversidade agrícola.
O governante recordou que Moçambique começou a fase de direcionamento das linhas de pesquisa em Biotecnologia em 2011 através do início de implementação do Programa Nacional de Biotecnologia (PNB), que promoveu acções estruturantes à investigação científica, o desenvolvimento de produtos e serviços de valor acrescentado e estabeleceu normas e regulamentos para a sua aplicação como instrumento de transformação económica e social bem como para a conservação e gestão sustentável de recursos biológicos e da biodiversidade do país.Manifestou o desejo de ver Moçambique, um país rico em biodiversidade, a assumir a vanguarda na valorização de recursos biológicos, facto que “nos obriga a uma urgência na formação de Capital Humano especializado e implantação de infra-estruturas dotadas de capacidades para o desenvolvimento da pesquisa, da inovação e de soluções científicas baseadas na Biotecnologia”, disse.
Para a Vice-Reitora Académica da UEM, Profª. Doutora Amália Uamusse, a escolha desta instituição de ensino superior para acolher o evento, vinca o papel que ela deve assumir no campo da inovação e extensão universitária, visando colocar a ciência e a tecnologia ao serviço da redução das assimetrias sociais e desenvolvimento do país.
“Iniciativas desta natureza podem complementar o nosso esforço de munir os nossos estudantes graduados com um perfil empreendedor para responder aos desafios que o mercado actual oferece, assim como a criação do seu próprio negócio”, disse Uamusse, acrescentando que o programa serve de ponte com vista a transferência da pesquisa académica para a sua aplicação na resolução de desafios enfrentados pela sociedade.
sanbio-vicelPor seu turno, a embaixadora da Finlândia em Moçambique, Laura Torniven, exortou as mulheres empreendedoras na área de biotecnologia e biociência a tirarem melhor proveito da iniciativa e que sirva de um fórum de debate e criação de redes para uma maior colaboração entre vários actores do desenvolvimento do país. 
Nesta segunda edição, o programa tem como grupo alvo mulheres que actuam na área da saúde e nutrição (animal ou humana) em categorias como, empreendedora – inovação, para empresa com produto ou serviço inovador; empreendedora – negócio em crescimento, direcionado a empresa com uma facturação mínima de 2,5 milhões de meticais; empreendedora – negócio social, para empresa com produto ou serviço dirigido para consumidores da base da pirâmide, e categoria para estudantes frequentando o ensino superior.

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