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Especialistas discutem riscos de salinização do aquífero do Grande Maputo

workshop-agua

O aproveitamento de água subterrâneo, em Maputo, é feito grandemente sem o conhecimento daquilo que são as vulnerabilidades a ela associadas e dos riscos prováveis de uma sobre-exploração.
Ademais, Maputo regista a ocorrência de água salubre devido a sua localização na zona costeira. Entretanto, a abertura desenfreada de furos por privados para exploração de água para fins comerciais está a perturbar o equilíbrio natural existente entre a água do mar e a água doce. A água salgada tende a migrar para o lado ocupado pela água doce e, dessa forma, torná-lo inútil para o consumo humano.
Desde 2016, está em curso o projecto de "Mitigação do Impacto de Salinidade das Águas Subterrâneas para a Segurança Hidríca em Zonas Costeiras no Contexto de Mudanças Socioeconómicas e Climáticas", financiado pelo governo da Holanda envolvendo a UEM, o Instituto IHE-Delft e parceiros.
Ontem (11/05/2018), reunidos num workshop intitulado a "Modelação do Escoamento Subterrâneo no Aquífero do Grande Maputo", os especialistas do sector de águas debateram estratégias de mitigação efectiva que garantam a produção de água potável para a região periurbana e rural.
O gestor do projecto, Dr. Dinis Juízo, fez notar que na margem direita da Matola, a região de Incomáti e toda zona sul da província de Maputo, devido ao processo geológico de formação do próprio aquífero há predomínio da água salgada. Nesses locais, o acesso a água doce pelas populações é mediante o abastecimento por camiões na ausência da rede pública de água.
Objectivamente, segundo a fonte, este projecto procura avaliar o impacto dessa exploração de água não coordenada. "Devido a seca no rio Umbelúzi, o FIPAG tem um projecto de abertura de 46 furos de água e já abriu boa parte deles. E esses furos serão explorados com caudais relativamente altos e vai trazer consequências", referiu
Juízo afirmou que foi graças ao projecto que se conseguiu operacionalizar uma rede de monitorização de água subterrânea construída no ano 2000 mas que nunca chegou a ser operacionalizada. "Em 2013, na primeira fase do projecto colocamos equipamentos adequados e nesta fase cobrimos a totalidade da rede que é usada", disse.
Participaram no workshop técnicos da ARA Sul, FIPAG, do Ministério das Pescas, Mar e Águas Interiores, Município de Maputo e representantes da Associação dos Operadores Privados de Água, entre outros.

 

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