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UEM e Universidades Flamengas celebram dez anos de cooperação

desafio-close-00A UEM e as Universidades Flamengas da Bélgica assinalaram ontem (17/12) dez anos de cooperação institucional através do Programa Desafio, um programa de desenvolvimento em saúde reprodutiva, HIV/SIDA e assuntos de família através da investigação multidisciplinar interuniversitária.
O evento marcou o encerramento deste programa que ao longo dos 10 anos de colaboração, contribuiu para o desenvolvimento institucional da UEM e na formação de 11 Doutores, nas universidades flamengas e 25 Mestres em universidades Sul-Africanas e na UEM, sendo que, actualmente 3 continuam a frequentar Doutoramento na Bélgica cuja previsão de graduação é 2019.
No âmbito do Programa Desafio, foram criados o Instituto de Direitos Socias, na Faculdade de Direito; a Unidade de Saúde Reprodutiva, na Faculdade de Medicina; o Centro de Estatísticas, na Faculdade de Ciências; e o Fortalecimento do Centro de Línguas, na Faculdade de Letras e Ciências Sociais, entre outros.
Na abertura, o Reitor da UEM, Prof. Doutor Orlando Quilambo, frisou que o apoio, através do Programa Desafio, permitiu que esta Universidade se tornasse cada vez mais numa instituição robusta e ocupasse um lugar de destaque no panorama académico nacional, regional e internacional.
Referiu que foram produzidos diversos materiais ligados a questão de direitos sexuais e reprodutivos, protecção social, violência doméstica baseada no género, vários cursos de curta duração e seminários direcionados às comunidades e fazedores de políticas em matérias sobre saúde sexual e reprodutiva, publicações científicas de Doutoramento, entre outras realizações.
Na sequência, o Embaixador da Bélgica em Moçambique, Didier Vanderhasselt, explicou que no geral, o objectivo da cooperação Belga no país, é de contribuir para o crescimento inclusivo para o alcance dos objectivos de desenvolvimento sustentável mas tal não pode ser atingido sem o desenvolvimento das capacidades humanas. "Por isso que a Bélgica dá uma grande importância ao ensino superior encorajando a parceria e contactos directos entre as universidades moçambicanas e belgas", disse.
Entretanto, o orador principal, Dr. Francisco Mbofana, Secretário Executivo do Conselho Nacional de Combate ao HIV/SIDA, disse que no que toca a saúde sexual e reprodutiva Moçambique continua com enormes desafios. Está entre os 10 países a nível mundial com elevadas taxas de gravidez e maternidade na adolescência, com 46 por cento, contra 37 cento da média africana; alta taxa de fecundidade de 5,3 por mulher.
Mbofana referiu que o país melhorou ligeiramente no acesso aos contraceptivos, na consulta pré-natal e realização de partos nos hospitais. Mas devido aos altos índices de casamentos prematuros persistem mortes e complicações devido aos riscos associados. "Uma das maiores preocupações são fístulas que se estimam em mais de 2 mil casos com maior enfoque nos locais onde os cuidados de saúde são reduzidos", frisou.
Na ocasião, foi feita a entrega formal do equipamento à UEM usado para a materialização de diversas actividades do projecto Desafio. Durante três dias a delegação Belga que está em Maputo por ocasião do encerramento do projecto vai visitar a Unidade de Saúde Reprodutiva, na Faculdade de Direito, o Centro de Direitos Humanos e ao Instituto de Direitos Sociais, Faculdade de Direito, e o Centro de Línguas, da Faculdade de Letras e Ciências Sociais.
O programa de encerramento, nos dias 17,18 e 19 de Novembro, abarca um vasto leque de actividades incluindo apresentação de trabalhos de investigação.

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