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Aumento de doenças cardiovasculares preocupa técnicos de saúde PDF Imprimir e-mail

Moçambique tem vindo a registar nos últimos tempos um número crescente de pacientes que sofrem de problemas cardiovasculares e enfarte de miocárdio. O facto tem preocupado autoridade de saúde, que busca a todo custo antídotos para evitar que esta realidade se torne epidemia.
Com efeito, a Faculdade de Medicina da Universidade Eduardo Mondlane acolhe desde ontem, dia 17 de Fevereiro, as 2ªs Jornadas Lusófonas em Cardiologia.

O evento, que junta médicos cardiologistas de Moçambique e Portugal e individualidades do Ministério da Saúde, tem como objectivo promover discussões conjuntas de temas relevantes e fomentar uma salutar troca de “saberes” derivada das vivências em diferentes contextos clínicos, com vista optimizar a prestação dos cuidados aos doentes na área cardiovascular, sem descurar a actualização de alguns conhecimentos teóricos na área da Cardiologia.

Falando na ocasião, o Director da Faculdade de Medicina, Prof. Mamudo Rafik Ismail, disse que apesar de a estratégia da política nacional de saúde apontar as doenças endémicas transmissíveis (HIV/SIDA, malária e tuberculose) na ordem do dia, o facto é que as não transmissíveis como as diabetes, a tensão arterial, o cancro e as doenças resultantes dos acidentes de viação, passam a ter um peso enorme nos problemas de saúde pública em Moçambique. 

“A temática destas jornadas é abordagem das patologias crónicas, doenças não transmissíveis, particularmente a hipertensão arterial e a diabete e suas complicações, o tratamento e a prevenção das doenças cardiovasculares e abordagem de algumas complicações do tipo cegueira, provocada pela diabete. Será abordada também a questões de tensão arterial de difícil tratamento (resistente)”, disse Prof. Ismail.

“Damos muita ênfase à prevenção primária, não apenas mensagens no âmbito de tratamento e tecnologias modernas para o diagnóstico. Há que se combater o sedentarismo, o tabagismo, incentivar a prática regular de exercícios regulares, a toma adequada dos medicamentos para os que são hipertensos e também uma vida calma, no sentido de combater o stress. Embora hoje em dia a vida seja mais agitada, há técnicas como meditação, o repouso ou sono adequado”, acrescentou.

Espera-se que estudantes, docentes e técnicos de saúde passem estas mensagens nas escolas, empresas e comunidade em geral, para a prevenção.
“As complicações arteriais têm custos com medicamentos, para além de graves complicações de saúde”.

 
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