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UEM e MICOA assinam Memorando de Entendimento PDF Imprimir e-mail

A Universidade Eduardo Mondlane assinou a 10 de Janeiro de 2012 um Memorando de Entendimento com vista a cooperar no domínio da assistência técnica e científica, formação em áreas ambientais e outras afins para o desenvolvimento sustentável do País.

Para o Magnífico Reitor, Prof. Doutor Orlando Quilambo, não se pode tomar decisões estratégicas sem consultar ou sem realizar os estudos de impacto ambiental e a UEM, através dos seus Departamentos e Faculdades, sempre prestou os serviços de estudo ambiental e fê-lo como dever para o País.
"Em Moçambique o conhecimento sobre estes processos encontra-se na nossa instituição, pois formámos, desde arquitectos, médicos, veterinários, até engenheiros e educadores ambientais, a massa crítica fundamental para que não nos arrependamos no futuro de erros que já se sabe como evitar", disse Prof. Quilambo.
Ainda de acordo com o Magnífico Reitor, o saber como evitar pretende realçar a importância das áreas ou actividades de cooperação que foram inscritas no Memorando de Entendimento, nomeadamente a assistência técnica e científica, os estudos e pesquisa, as campanhas, a formação formal em níveis até ao Doutoramento.
Acrescentou que existe uma janela para, de forma direccionada, se organizar cursos que satisfaçam as necessidades reais da área do ambiente e por outro lado a implementação destas áreas permitirá que a UEM assuma o seu papel de implementador natural dos programas de desenvolvimento do País, definidos dos planos do Estado e do Governo.
"Ao assumirmos publicamente esta função fazemo-lo como forma de realizar a nossa missão, que não passa apenas pela formação de cidadãos moçambicanos, mas também por prestarmos serviços necessários e indispensáveis à sociedade", salientou o Magnífico Reitor.
Por seu turno a Ministra Para a Coordenação da Acção Ambiental, Dra. Alcinda de Abreu, disse que a UEM tem sido o conselheiro científico há longos anos e é um parceiro tradicional que tem contribuído para a formação de cientistas ambientais e de outros quadros capazes de participar com soluções concretas para os problemas do desenvolvimento socioeconómico do País.
"A formação de quadros nos mais diversos níveis e áreas para o sector de ambiente reveste-se de grande importância para o nosso País de forma a garantir-se uma exploração racional dos recursos naturais em causa e ainda contribuir para a industrialização do País", acrescentou Abreu.
De referir que constituem como áreas de cooperação as seguintes: assistência técnica e científica no âmbito de qualidade ambiental, gestão ambiental, avaliação do impacto ambiental, planeamento e ordenamento territorial, promoção ambiental e inspecção ambiental; estudos e pesquisas sobre ambiente e mudanças climáticas; campanhas de educação ambiental; formação formal em cursos ambientais de licenciatura, pós-graduação, mestrado e doutoramento; e formação não formal em áreas ambientais e outras afins.
 

 
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