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Maputo acolhe desde ontem até amanhã, dia 11 Julho, a quarta conferência Internacional do SEANAC – rede que congrega analistas químicos do continente africano. O evento é co-organizado pela Universidade Eduardo Mondlane e a Academia de Ciências de Moçambique e junta à mesma sala cerca de 200 convidados em representação de países como EUA, Sudão, Arábia Saudita, Lesoto, Etiópia, Portugal, Moçambique, bem como organizações internacionais ligadas em matéria de Química Analítica, entre outros.
Nos três dias de debates, os participantes analisam os avanços dos métodos e procedimentos da Química Analítica que podem servir para o diagnósticos e tratamento de questões ambientais sobre saúde e águas.
Espera-se que, com a realização da conferência de Maputo, sejam demonstrados alguns resultados alcançados, em termos de desenvolvimento, na área de Química Analítica com aplicações para as áreas do meio ambiente, saúde e águas.
O SEANAC tem feito encontros bianuais onde profissionais das áreas de Química Analítica encontram-se para interagir e verificar os desenvolvimentos obtidos nesta área. A ideia é levar a conferência a cada país africano, para que estes se possam actualizar dos avanços registados em relação à matéria.
Falando no acto de abertura, o Presidente da Academia de Ciências de Moçambique, Prof. Doutor Orlando Quilambo, disse que a conferência de Maputo é uma boa oportunidade para os participantes partilharem ideias, discutirem as diferentes experiências e promover a colaboração não só entre instituições do continente africano, mas também de outras organizações internacionais, representadas em Maputo.
Participam no evento cerca de 200 delegados, incluindo oradores internacionais de alto calibre. O SEANAC foi fundado em 2002, no Botswana, onde está localizado actualmente a sua sede. A conferência de Maputo se realiza sob o lema “Química analítica para o ambiente, saúde e águas”. |