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O magnífico Reitor da Universidade Eduardo Mondlane recebeu, na sala de reuniões, no dia 9 de Fevereiro o embaixador da China na Sala de Reuniões com o objectivo de identificar áreas para a cooperação.
Na ocasião o Magnífico, Prof. Doutor Filipe Couto saudou e sublinhou o interesse em trabalhar com a China pois já recebeu várias delegações chinesas com quem tem bom relacionamento e acrescentou que no passado Moçambique recebeu muitos chineses que vinham estudar a língua portuguesa.
Como áreas de cooperação, o Magnífico propôs que os chineses construíssem um Instituto Confúcio composto por Arquivo Histórico, uma área de ensino de chinês para os moçambicanos e de português para Chineses; nas áreas produção de Madeira no Centro de Machipanda; agricultura, transportes, focalizando a construção de silos e produção do milho no Niassa e capitalizar o uso da linha férrea e dos rios, uma vez que a UEM tem projecto de adquirir espaço para os estudantes realizarem trabalhos práticos. “Em conjunto, conjugávamos o capital humano, num negócio que ambos saímos a ganhar”- Acrescentou.
Ainda sobre investimentos, o Magnifico expôs também as áreas petroquímicas a fim de se explorar a riqueza moçambicana nesta vertente.
Por seu turno o Embaixador manifestou o interesse no ensino da língua chinesa na UEM e reconheceu o alto potencial agrícola de Moçambique baseando-se na experiência colhida na Província de Gaza, onde os chineses produzem 10 toneladas por cada hectare. E deixou o segredo do sucesso “O trabalho para o chinês não tem sábado, domingo, nem feriados… ”sublinhou o embaixador.
Presente no encontro, o Prof. Doutor, Ângelo Macuácua, Vice-Reitor Administrativo, falou da necessidade de os estudantes da Escola Superior de Empreendedorismo e Negócios estagiarem no campo chinês de Gaza.
A relação UEM/China vai ter continuidade com a visita que o embaixador vai fazer às instalações do campus Universitário nos próximos dias. |