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Peritos discutem o desenvolvimento agrário e mudanças climáticas no país

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Membros do governo, académicos e investigadores do sector agrário estão reunidos, em Maputo, de hoje (23/09) até ao próximo dia 26, para debater sobre o desenvolvimento agrário num contexto de mudanças climáticas, no país. O objectivo é dialogar entre os actores do sector e desenhar acções de seguimento para influenciar a concepção de políticas e estratégias que permitam, a médio e a longo prazo, eliminar por completo a insegurança alimentar e a mal nutrição, bem como a pobreza no país.
O evento é organizado pela Faculdade de Agronomia e Engenharia Florestal da UEM (FAEF) em parceria com o Instituto de Investigação Agrária de Moçambique (IIAM), a Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC), entre outros.
Na abertura, a Vice-reitora Académica da UEM, Profª Doutora Amália Uamusse, apontou alguns constrangimentos que tem afectado o desenvolvimento do sector agrário no país, como a baixa produção e produtividade devido a ocorrência de pragas e doenças cada vez mais agressivas, a fraca dinâmica no sector florestal e o fraco crescimento do sector de sementes, cujo impacto negativo tem sido agravado pelas mudanças climáticas.
dialogo-agronomia-01Outrossim, as mudanças climáticas têm afectado bastante a dinâmica do sector agrário por contribuir de forma profunda para a alteração do padrão da precipitação e temperaturas, num país cujo sistema agrário é altamente dependente de chuvas. "Além do seu impacto agrícola e florestal, socialmente, as mudanças climáticas têm influenciado as relações de género, afectando muito significativamente as mulheres, jovens e crianças devido a sua maior dependência pelos recursos naturais para a subsistência", disse.
É nesse contexto que, segundo Amália Uamusse, decorre o evento para reflectir sobre os mecanismos para alavancar o sector face à problemática das mudanças climáticas.
Na ocasião, o Director da FAEF, Prof. Doutor Luís Artur, referiu que o evento acontece numa altura em que acontece, à escala mundial, a semana de combate às mudanças climáticas, com manifestações um pouco pelo mundo. Por outro lado, numa altura em que ainda decorre a fase de reconstrução pós ciclone IDAI, na província de Sofala, que afectou cerca de 800 mil hactares, com prejuízos de cerca de 200 milhões de dólares. " Por isso, precisamos de alimentar porque o sector agrário é a base de desenvolvimento deste país, quer queiramos ou não", frisou.
Entretanto, segundo o Prof. Doutor Rogério Chiulele, da Comissão Organizadora, com o evento espera-se que o sector público e privado estejam alertados e informados sobre o impacto dos principais problemas fitossanitários na agricultura em Moçambique, bem como para as acções de seguimento para a prevenção, detecção, erradicação e mitigação, entre outros.
Durante três dias, estarão em debate temas como Principais problemas fitossanitários na agricultura em Moçambique, Agronegócio e Pesquisa Aplicada para jovens, Dinâmicas florestais, Género agricultura e mudanças climáticas e desafios e medidas para o crescimento do sector de sementes.

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