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Apesar dos progressos Moçambique mantém-se na posição 180 no IDH

rdh-2019-00Moçambique mantém-se no grupo dos dez países do mundo com o índice de desenvolvimento humano mais baixos ocupando a posição 180 de um total de 189 países analisados, indica o mais recente relatório das Nações Unidas sobre o Índice de Desenvolvimento Humano, divulgado ontem (09/12), no Campus principal da UEM, em Maputo.
O relatório coloca a Noruega como o melhor classificado dos 189 países enquanto a Seychelles lidera o ranking em África, na posição 62, apresentando o Índice de Desenvolvimento Humano mais elevado do continente.
A nível global, o relatório mostrou ainda que o mundo alcançou ganhos substanciais nos níveis básicos de saúde, educação e padrão de vida. Todavia, muitas necessidades continuam a não ser atendidas.
rdh-2019-02O Dr. Alex Warren Rodriguez, Economista Sénior do PNUD, que apresentou o relatório, adverte que uma nova geração de desigualdade se inicia no que toca ao acesso a saúde de qualidade a todos os níveis, educação de alta qualidade a todos os níveis, acesso eficaz às tecnologias actuais e resiliência a choques desconhecidos.
O relatório intitulado "Além da renda, além das médias, além do hoje: desigualdades no desenvolvimento humano no século 21" propõe, para corrigir as desigualdades, a adopção de políticas para a expansão inclusiva dos rendimentos e aproveitar o progresso tecnológico para reduzir as desigualdades.
Por outro lado, recomenda que as políticas públicas devem abordar as causas subjacentes e não apenas os sintomas das desigualdades.
Na ocasião, a Vice-reitora Académica da UEM, Profª Doutora Amália Uamusse, disse que a divulgação do relatório constitui um desafio que se coloca aos “nossos” investigadores que trabalham na área das Ciências Sociais e não só, na medida em que passam a contar com mais um instrumento de análise dos padrões e dinâmicas do desenvolvimento humano.
rdh-2019-01Segundo o Dr. Alfredo Teixeira, Representante Residente do PNUD, a desigualdade está a tornar-se numa das características que definem o século 21, cujo impacto está a desencadear tensões económicas e sociais crescentes em todo mundo.
Mas nas últimas décadas houve progressos notáveis na redução das privações extremas de tal forma que hoje uma criança que nasce num país com baixo índice de desenvolvimento humano como Moçambique pode viver até aos 59 anos de idade, contra os apenas 50 anos em 1998. De igual modo, na maioria dos países em desenvolvimento, desigualdades nas capacidades básicas estão a diminuir.
O Representante Residente do PNUD no país acrescentou que devido a redução na mortalidade infantil os países com baixo índice de desenvolvimento humano viram a sua esperança de vida aumentar quase três vezes mais, de 2005 a 2015, em relação aos países com índice de desenvolvimento humano elevado.

rdh-2019-03

 

 

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