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Faculdades de Medicina dos países de língua portuguesa partilham experiências no 3º Simpósio de Intercâmbio

Simposio-Famed

Académicos e gestores das faculdades de medicina dos países de língua portuguesa estão reunidos hoje e amanhã (17 e 18/11), em formato híbrido, no 3º Simpósio de Intercâmbio em Medicina. O evento, organizado pela Rede de Cooperação das Escolas Médicas de Língua Portuguesa (CODEM-LP) e a Faculdade de Medicina da UEM tem como foco discutir os desafios enfrentados pelas Faculdades de Medicina da Rede, bem como partilhar experiências de superação.
Na abertura, a Vice-Reitora Académica da UEM, Profª. Doutora Amália Uamusse, reconheceu que para a UEM o Simpósio representa um estímulo para que a instituição continue a trilhar no caminho da consolidação dos processos de ensino, investigação, extensão e inovação com particular realce na área das ciências médicas.
A Vice-Reitora defendeu que o aprofundamento das questões relacionadas com as práticas do ensino e investigação na área da medicina afigura-se central na medida em que permite sistematizar e reter recomendações que conduzam ao estabelecimento de uma plataforma comum da educação médica no contexto dos países membros da CODEM-LP, sobretudo na fase actual em que o mundo se depara com a pandemia da COVID-19.
Assim, Uamusse espera que as perspectivas e lições aprendidas durante o evento sirvam para encontrar respostas aos mais diversificados desafios identificados, pelo que, cabe aos gestores das escolas médicas o papel fundamental na identificação de estratégias consentâneas com a realidade socioeconómica e cultural por forma a permitir que as instituições alcancem os níveis de eficácia e eficiência que se almejam.
Na ocasião, o Presidente do Comité Executivo da CODEM-LP, Prof. Doutor Fausto Pinto, Director da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, referiu que a rede tem vindo a acelerar as relações de cooperação entre as universidades envolvidas beneficiando, desta forma, a comunidade médica e científica com novas ideias. "Queremos reiterar o nosso comprometimento para reforçarmos a nossa plataforma para enriquecer a formação e a educação médica para os médicos do futuro, para que tenham a capacidade de tratar bem as nossas populações e desenvolver toda a actividade científica, disse.
Falando sobre o "Ensino Médico em Época de Pandemia", o Professor Catedrático Jahit Sacarlal, director da Faculdade de Medicina da UEM, reconheceu que apesar de aquela unidade possuir experiência em tele-educação, principalmente no Departamento de Anatomia Patológica, a Covid-19 acelerou em grande medida o ensino remoto com recurso a plataformas digitais de educação a distância. Contudo, mencionou a ausência inicial de infraestruturas e tecnologias adequadas, nomeadamente servidores com capacidade para acolher aulas, plataformas adequadas e apoio técnico como barreiras para uma educação médica de qualidade.
Em contacto com os estudantes, estes descreveram que o ensino com recurso às aulas virtuais durante a pandemia causou ansiedade e a angústia, em parte, devido a ausência de contacto físico com pacientes e das práticas médicas e ainda uma sensação de isolamento.
Entre outros temas, o 3º Simpósio de Intercâmbio em Medicina vai abordar Factores Condicionantes da Saúde Mental do Aluno de Graduação do Curso de Medicina e Impactos da Pandemia; Transformação digital em educação médica: caso FMUC; e o Investimento Angolano na formação do Profissional Médico.
A Rede de Cooperação das Escolas Médicas de Língua Portuguesa é composta por 13 Faculdades de Medicina, de cinco países de Língua Portuguesa, nomeadamente Angola, Brasil, Moçambique, Macau e Portugal.

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