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Estudantes da ESUDER ajudam agricultores no incremento da produção

culturaNo contexto das actividades de extensão, a Escola Superior de Desenvolvimento Rural (ESUDER), localizada em Vilankulo, tem ajudado os camponeses dos distritos de Inhambane, dotando-os de técnicas que ajudam no incremento da produção agrícola. Graças a esta interacção os camponeses apreendem técnicas de combate às pragas, como proceder a rotação das culturas, bem como a melhor época para proceder a comercialização dos seus produtos.
O Engenheiro Graciano Matsinhe, docente de Extensão Rural e coordenador de aulas práticas, explica que estas actividades de extensão, desenvolvidas por estudantes em aulas práticas, começaram com a fundação da ESUDER em 2008, e de lá para cá, a iniciativa ocorre em toda a Província de Inhambane, com destaque para o distrito de Vilankulo por ser onde os estudantes têm tido aulas teóricas.
Neste contexto de extensão os estudantes interagem directamente com os agricultores em forma de seminários de conhecimento, como forma de aumentar a sua produção, disse. E explica a relevância deste projecto afirmando que se consegue, a partir desta prática, impulsionar a producão dos agricultores.
Muller Raimundo Albuquerque é estudante do 4o ano do curso de Comunicação, Extensão e Desenvolvimento Rural, explica que o trabalho com a comunidade tem sido bastante frutífero na medida em que há uma clara partilha de conhecimentos. Nós passamos um pouco daquilo que aprendemos e eles nos passam um pouco daquilo que têm. Não que eles não saibam produzir, mas é preciso melhorar as técnicas que usam para incrementar a produção, sustenta.
Os estudantes constataram que os camponeses locais, quase todos, produzem as mesmas culturas. Esta actitude tem implicações directas na hora de aplicação dos preços, porque não há diversificação dos produtos. Alia-se a este factor desfavorável, o facto da Vila de Vilankulo ser pequena e a sua população possuir um poder de compra bastante reduzido.
Para melhorarem a sua produção, os estudantes recomendam ainda que os camponêses adquiram sementes melhoradas (que resistem às pragas), porque só assim se pode aumentar a produção. Mas lamenta que muitos camponeses demonstrem incapacidade financeira para adquirem tais sementes melhoradas.
Os estudantes gostariam, igualmente, que os camponeses estivessem reunidos em associações para facilitar os processos de partilha de conhecimento. Aliás, a mesma preocupação foi demonstrada pelo engenheiro Matsinhe,que diz haver uma falta de hábito de colectividade. “Nós temos marcado dias de campo onde trazemos agricultores de outras comunidades para este local. Os camponese daqui já estão mais habilitados e explicam aos outros agricultores como eles realizam as suas actividades”, disse.
Um outro estudante, Deolinda Machava, 4º ano de Comunicação e Extensão Rural, também diz ser benéfica a partilha de conhecimento entre estudantes e camponeses. Faz uma avaliação positiva da interacção com os agricultores. Quando aqui chegamos, deparamo-nos com muita couve e repolho furado devido as aves que, vezes sem conta, atacam as plantas, mas hoje graças as técnicas que demos, as couves estão com um aspecto agradável e bonito de se ver, adianta a fonte.
O Engenheiro Matsinhesustenta que esta troca de conhecimentos entre os camponeses resulta mais que a utilizaçao de extensionistas.
A parceria entre estudantes e camponeses tem contribuido para o aumento da produção alimentar no distrito de Vilankulo e, consequentemente, no incremento da renda familiar. O campones José Nhamire é disso exemplo. Trabalha a terra há 22 anos, na zona de Escome, bairro 19 de Outubro. Diz nunca ter produzido tanto como nos últimos tempos, com a ajuda dos estudantes da ESUDER. “Na minha machamba produzo muita coisa, Alho, Pipino, Tomate, Cebola, Couve, Repolho, Cenoura, Feijão Verde, Batata-doce, Cana doce e tenho planos de plantar bananeira”.
Ressalva haver uma grande diferença desde que começou a trabalhar com os estudantes da ESUDER. “não sabia o que era cobertura, qual a distância a manter entre uma planta e outra. Sublinha também o facto da venda dos seus produtos ter subido em grande escala. Agora consigo vender algumas caixas de produtos e estou a construir minha casa de 3 quartos e meus filhos já estão a estudar graças às novas técnicas de produção proporcionadas pelos estudantes da ESUDER”, sublinha emocionado.
Por isso, sem rodeios, o camponês encoraja aos outros camponeses a benefeciarem das novas técnicas e melhorarem a sua produção. “Particularmente tenho ensinado aos outros que ainda não beneficiaram”. Assim como este camponês há muitos outros que beneficiando da experiência dos estudantes da ESUDER aumentaram a sua produçao alimentar e a renda familicultura 2ar.
Aumentamos as vendas e conseguimos criar nossos filhos
- Carlota Alfredo
“Trabalhamos bem com os estudantes desde que esta parceria iniciou. Aprendemos deles e eles de nós. O nosso trabalho melhorou muito. Produzimos bastante. Antes juntavamos as culturas e a produção era fraca. Agora sabemos separar e produzimos bastante. Vendemos bem e conseguimos criar nossos filhos sem muitas dificuldades. Pretendo aumentar a produção de tomate, pois é o que vende mais”.
Consegui construir minha casa
- Telma Chaúque
“Trabalhamos bem com os estudantes. Ensinaram-nos a fazer canteiros e a proteger as nossas culturas. Aumentou a nossa produção, por isso estamos muito gratos. Vendo bem, e consigo criar meus filhos e também construi minha casa. Pedimos para nos ajudarem com bombas de pulverização. Custa um pouco pulverizar a mão”.

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