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Maputo acolhe II Congresso de Geologia de Moçambique

guebuzaArrancou hoje, 09 de Setembro, em Maputo, o II Congresso de Geologia de Moçambique. O encontro que decorre sob lema "Recursos Minerais Impulsionando o Desenvolvimento Científico e Tecnológico" pretende ser uma plataforma de troca de experiências e de estabelecimento de colaboração entre os geocientistas nacionais e estrangeiros, partilha de conhecimentos e apresentação dos resultados de pesquisas. O II Congresso de Geologia de Moçambique coincide com a realizaçãono país, do XII Congresso de Geoquímica dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Trata-se de um momento que servirá para o reforço dos laços culturais entre os países que integram esta comunidade de língua portuguesa.
O Presidente da República, Armando Guebuza, que procedeu a abertura oficial do encontro fez notar que o país registou grandes avanços no ramo geológico-mineiro, destacando a aprovação pelo seu executivo da Lei de Minas e de Petróleos, instrumentos que vieram consolidar a exploração e gestão destes recursos, considerados estratégicos para a economia nacional. Segundo o Presidente, as reservas de gás natural localizadas na bacia do Rovuma registaram um acréscimo exponencial, nos últimos dois anos, de 170 trilhões de TCFs nas áreas 1 e 4 da bacia do Rovuma para 200 TCFs. Anunciou, na ocasião, a descoberta recente de quantidades consideráveis de grafite de classe mundial, no distrito de Balama, província nortenha de Cabo Delgado, e confirmou a existência de reservas mundiais de Ferro e Vanádio, em Tete, e areias pesadas, na província de Inhambane. Todas estas descobertas resultam, em parte, dum trabalho abnegado e persistente que tem sido desenvolvido pelos geólogos nacionais. Armando Guebuza disse que a realização, em Maputo, do I Congresso de Geologia de Moçambique, em 2012, encorajou estas descobertas. "O nosso país encontra-se hoje localizado em patamares privilegiados na geoeconomia e na geopolítica mundiais, no contexto da detenção de reservas de carvão e de gás natural, frisou o Presidente.
Entretanto, Armando Guebuza garantiu que o governo moçambicano continuará a apostar na formação de profissionais moçambicanos para o sector de geologia e minas. Neste contexto e com vista a dotar o país de quadros especializados com perfil técnico adequado para servir instituições relevantes das indústrias mineiras e de hidrocarbonetos, Guebuza afirmou estar em curso a formação de quadros em diversas especialidades atinentes a áreas geológico-mineira e afins.
Contudo, Guebuza congratulou o esforço que as universidades e instituições de ensino técnico e vocacional têm estado a desenvolver, "um papel cada vez mais activo na formação de mais técnicos, investigadores, geocientistas em quantidade e qualidade para responder a pressão do Mercado interno", concluiu.
Reitor.jpgPor seu turno, o Reitor da UEM, o Prof. Doutor Orlando Quilambo, afirmou que face aos recentes desenvolvimentos do sector dos recursos minerais marcados pelo lançamento da indústria mineira, pela exploração do gás de Pande e Temane e pela descoberta do gás da bacia do Rovuma, a UEM como actor do desenvolvimento do país, responde oferecendo e alargando as possibilidades de graduação nas áreas de geociências, ciências ambientais e engenharias. O Reitor explicou que dada a complexidade dos processos de produção e gestão envolvidas nas áreas mineiras, a UEM introduziu nas Faculdades de Ciências e Engenharias, os curos de pós-graduação em Gestão de Recursos Minerais e Engenharia de Petróleos, estando em fase avançada de preparação um curso de pós-graduação em Processamento de Hidrocarbonetos.
Quilambo referiu-se à aprovação da mais recente estratégia para a capacitação institucional na formação de geocientistas e engenheiros na UEM. Com ela, a Universidade Eduardo Mondlane pretende deixar de ser dependente das prioridades dos seus parceiros mas respondente activo da estratégia de formação de quadros do principal parceiro desta área, o Ministério dos Recursos Minerais.
Importa referir que, a UEM já formou desde 1975, mais de 300 geólogos que se encontram a trabalhar no país, na região e no mundo.
Ainda no evento, a Associação Geológica Mineira de Moçambique prestou homenagem ao Presidente da República, Armando Guebuza, pelo seu empenho no desenvolvimento do sector dos recursos minerais no país, na promoção das geociências e na afirmação da Associação Geológica Mineira de Moçambique. Das mãos do Presidente da Associação Geológica Mineira de Moçambique, Daudo Jamal, o Presidente Armando Guebuza recebeu um quadro contendo o símbolo da associação.

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